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Até onde alguém pode cair antes de perceber que desperdiçou a própria vida?
Em uma noite que começa como tantas outras, envolta em álcool, música alta e um vazio existencial, um homem atravessa o que parece ser o último limite entre a lucidez e o colapso. Perdido entre festas decadentes, memórias de um amor irrecuperável e encontros perturbadores, ele mergulha em um fluxo de consciência brutal, onde culpa, desejo, vergonha e morte caminham lado a lado.
À medida que a madrugada avança, cada gesto revela fissuras profundas, uma autodestruição disfarçada de prazer e a incapacidade de salvar quem se ama, ou até a si mesmo. Entre delírios químicos e epifanias tardias, o protagonista é forçado a encarar uma pergunta que não aceita respostas fáceis: ainda é possível recomeçar quando tudo parece perdido?
Desperdiçado é um conto visceral, desconfortável e profundamente humano sobre luto, dependência, culpa e as pequenas chances de redenção que surgem quando já parece tarde demais. Uma leitura intensa para quem aprecia literatura crua, psicológica e sem concessões, daquelas que não pedem licença e permanecem ecoando por muito tempo depois da última página.
